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Seguros: Coberturas nada convencionais

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A festa está a pleno vapor. Até que, no meio da diversão, uma brincadeira entre as crianças acaba com um dos pequenos machucados.
Correria para chamar o médico. E o seguro, que bancará as despesas. Cultura comum nos Estados Unidos, coberturas não tradicionais - que vão além da do roubo, da casa, do automóvel e da vida - começam a ocupar mais espaço no Brasil. É o caso de quem quer se resguardar de pequenos incidentes, previstos na apólice de Responsabilidade Civil Familiar, que arca com os custos decorrentes de dados causados a terceiros. Caso o cachorro morda o vizinho, por exemplo.
Destinadas a um nicho de público bem específico, alternativas como essa costumam ser contratadas pelo consumidor que conta com algum outro tipo de apólice e está acostumado a se precaver. Um filão iimportante para as empresas da área, que têm investido para aumentar a fatia de participação no mercado.
Ainda há muito que crescer, a começar pelos chamados seguros básicos, cuja aposta é no ingresso de mais famílias na classe média. !A classe C é muito importante em termos de tamanho e carente de produtos e serviços direcionados para ela", afirma Marcus Vinícius Sobrinho, diretor do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul.
O objetivo do setor é aumentar a participação no Produto Interno Bruto (PIB), que deve fechar 2009 em 3%. No ano passado, o mercado de seguros movimentou 2,9% do PIB, o equivalente a pouco mais de R$ 68 bilhões, um crescimento de 16,5% sobre o volume apurado no ano anterior. O Rio Grande do Sul representou R$ 4,1 bilhões no ano passado. Os dados são da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), que indica ainda o ramo de automóvel como o maior incremento no País no ano passado, com o volume de prêmios 12,5% maior ao apurado em 2007. Mesmo com o aumento, o setor tem um potencial imenso para ser explorado. Apenas 25% da frota de automóveis do Brasil têm algum tipo de cobertura.
Nem mesmo esse tipo de produto escapa da diferenciação. Há seguradoras com apólices exclusivas para automóveis de alto valor, por exemplo. "O brasileiro está adquirindo a cultura seguro e, com isso, abrindo mais oportunidades para produtos diferenciados", comemora Sobrinho.
A expectativa também é favorável na área corporativa, principalmente quanto à procura por apólices de Responsabilidade Civil, que protege executivos em caso de reclamações de terceiros relacionadas às suas responsabilidades como gestor. A crise financeira mundial levou esse tipo de cobertura a dar um salto de 127% no ano passado no Brasil. Também houve um incremento significativo na venda das apólices de Posi (sigla para Public Offering of Securities Insurance), responsabilidade civil para abertura de capital em bolsa de valores. Outras áreas começam a despertar o interesse da indústria do seguro, como a trabalhista. Em breve, deverá chegar ao mercado a primeira cobertura de responsabilidade civil para danos morais, o que inclui despesas de defesa no caso de ações trabalhistas contra empresas.

Fonte: Jornal do Comércio RS em 06/07/2009
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